Desenvolvimento da Gravidez

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PERÍODO EMBRIONÁRIO

 

É o período que vai da implantação do ovo na parede uterina ao tempo que o embrião começa a apresentar formas humanas identificáveis.

 

© 5 semanas – O bebê mede 1 cm. O embrião começou a desenvolver um cérebro e uma medula espinhal. Ele se desenvolve da cabeça para baixo de modo que nesse estágio a parte inferior de suas costas ainda não está completamente formada, assemelhando-se mais a uma cauda.

 

© 8 semanas - O embrião mede de 22 a 24 milímetros ao final do segundo mês. O coração começou a bater. A desproporção entre a cabeça e o tronco denuncia o crescimento do cérebro. É nessa fase que o embrião toma características humanas e inicia o desenvolvimento das feições fisionômicas. Os membros aparecem como tocos e se alongam. Os dedos das mãos e dos pés são visíveis embora ligados por uma membrana. Tal qual um cavalo marinho executa seus primeiros movimentos no líquido amniótico, mexendo a cabeça para trás e para frente.

 

© 9 semanas – Entre oito e nove semanas a ultra-sonografia permite notar um espessamento do saco gestacional, fenômeno que representa a placenta em desenvolvimento definindo seu lugar de implantação no útero. O sistema nervoso e todos os demais sistemas do organismo humano, assim como a placenta, encontram-se em fase de amadurecimento. Crescem os olhos e orelhas, a boca se aperfeiçoa para junto com os demais órgãos internos, permitir ao bebê a sucção.

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  • 10 semanas – O embrião atinge quatro centímetros e muda de nome: agora é feto. Todas as suas estruturas já estão formadas. Se for do sexo feminino, já possui até os ovários com seu suprimento de óvulos para toda vida. Nas próximas semanas, este novo ser só terá o trabalho de crescer. A mãe não percebe seus movimentos, mas, lá dentro, ele treina o abrir e fechar a boca e as mãos – os dedinhos ainda são ligados por uma membrana, como pés de pato, mas é capaz de dobrá-los, uma brincadeira divertida no aconchego do útero.
  • 11 semanas – A mulher deve estar atenta a qualquer sinal de sangramento nesta época, a fim de prevenir abortos espontâneos, que podem ser evitados pelo médico. Um bom relacionamento com o obstetra é fundamental, uma pessoa a quem a mulher pode confiar seus problemas e dúvidas. Entre 10 e 12 semanas, ela volta ao médico para uma Segunda consulta.  
  • 12 semanas – O feto possui de sete a nove centímetros. As estruturas ósseas começam a se ossificar, isto é, a adquirir consistência. A genitália externa se diferencia mostrando se o bebê é um menino ou uma menina. Esta definição, na realidade, ocorreu no momento da fecundação, com a fusão dos cromossomos da mãe e do pai. Agora, trata-se apenas de um amadurecimento dos órgãos femininos ou masculinos, de acordo com o sexo definido naquela época. Os dedos possuem unhas, o bebê se movimenta ativamente. Seus órgãos começam a trabalhar em regime experimental. O rim já tem alguma capacidade de filtrar a urina e o intestino possui capacidade funcional, embora não funcione de verdade. A placenta aparece bem definida na ultra-sonografia, assim como a cabeça, o que permite determinar a idade da gravidez é o índice de crescimento do feto. Todo o equipamento físico básico do embrião já está funcionando e todos os órgãos internos já estão formados. As mãos são bem formadas e liberadas da membrana, o bebê é conhecido como feto, a placenta começa a desempenhar sua função.

    PERÍODO FETAL

     

    De agora até o final do nono mês os órgãos se vão complementar, amadurecer e se aperfeiçoar.

    Ao quarto mês: se pode perceber os movimentos fetais.

    Durante o sétimo mês, a maioria dos bebês vira de cabeça pra baixo e nessa posição se acomodam.

     

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    • 13 semanas – Depois de ouvir os batimentos do coração do bebê, na semana anterior, no consultório do médico, a gestante adquire maior confiança e segurança. É como se tivesse certeza de que seu bebê está ali mesmo, com ela seguro. O útero sai da pelve óssea e os contornos da barriguinha se insinuam. Ela agora já pode usar roupas de grávida e contar pra todo mundo como está feliz. É o início do segundo trimestre, ou o trimestre da curtição.
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    • 14 semanas – A criança, ou melhor, o feto, já tem a aparência de um verdadeiro bebê, com os traços fisionômicos marcantes que o distinguem de todas as outras pessoas. Neste tempo que se segue até o nascimento, ele usará todo seu potencial para desenvolver-se física e mentalmente. Protegido na barriga da mãe, só tem a engordar e aprender.
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    • 15 semanas – Aparecem rudimentos de pêlos nos lugares certos: sobrancelhas, cabeça.
    • 16 semanas – O feto mede de 13 a 17 centímetros e pesa 100 gramas. A área sexual está completamente diferenciada, a placenta bem definida, mostrando que ele tem uma boa fonte de alimentos, já possui movimentos respiratórios – aspira e deglute o líquido amniótico, eliminando o excesso. Fecha inteiramente as mãos.
    • 17 semanas – A literatura médica afirma que, a partir do quarto, até o quinto mês o bebê rema com os braços, bate as pernas e da cambalhotas, tornando-se, progressivamente, mais seguros em seus movimentos. Esses folguedos vão treinando o seu sistema nervoso, exercitando seus músculos e constituem suas primeiras experiências.
    • 18 semanas – O bebê treina seus reflexos e impulsos de pegar e tatear, contorce-se, da pontapés e socos, chupa o dedo. 19 semana – Os rudimentos para os dentes permanentes encontram-se em formação, ao lado da base para os dentes de leite.
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    © 20 semanas – A altura do útero já alcança o umbigo. A mãe já percebe os movimentos do bebê. Ele já tem 300 gramas, tem cabelos e está imerso em 400 mililitros de líquido amniótico. Lá dentro da barriga, ele chora, dorme, brinca com os dedos, denotando, segundo alguns especialistas, intensa vida psíquica. Ele tem metade do comprimento que devera ter ao nascer, tem cabelo, tem períodos de sono e de atividades, na ecografia se pode ver o sexo bebê.

     

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    • 21 – 23 semanas – O bebê apenas se exercita e aperfeiçoa o que aprendeu.
    • 24 semanas – Ele tem agora 600 gramas e começa a engordar. Se nascer neste momento, tentará respirar, mas não conseguirá. Seus pulmões são os únicos órgãos que não tem treinamento experimental dentro do útero: ele só funciona mesmo com a primeira golfada de ar, no exterior. Por enquanto, o sistema respiratório, ainda imaturo, não lhe dá condições de sobrevivência. O bebê já tem reflexo de sucção e escuta sons. O bebê é recoberto de vernix, uma substância cremosa que protege sua pele dentro do útero. Ele reage a barulhos fortes, a música e a vozes conhecidas.
    • 25 semanas – É o início do terceiro trimestre de gestação, aquele em que a mulher pedem que o neném nasça logo. A criança possui um sentimento conjunto de corpo: percebe a diferença de estar dormindo e acordada, entre movimento e descanso, entre conforto e desconforto. Com seu ouvido bem desenvolvido, percebe os ruídos do organismo de sua mãe, os batimentos de seu coração, que a embalam, os barulhos da digestão e, dependendo da intensidade, até o som da rua, de música, além das vozes da mãe e do pai.
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    • 26 - 27 semanas – A criança interrompe seu trabalho para descansar, para cochilar ou para dormir profundamente. Seu ritmo de vida combinam com o da mãe. Os cientistas descobriram que o bebê, quando dorme ao mesmo tempo que a mãe, começa a sonhar em sincronia com ela, como se as ondas mentais se transmitissem de um para o outro. O que ele sonha, entretanto, jamais saberemos. Estas impressões sensoriais pré-parto formam a base de nossos sonhos durante toda vida. É uma pena (ou uma proteção?) não termos memória pré-natal. 
    • 28 semanas – O bebe mede 38 centímetros, bem distribuídos em um quilo de peso. A medicina já tem condições de cuidar dele e lhe dar condições de sobrevida, se por acaso tiver que nascer. Se ele nasce os maiores problemas serão a imaturidade dos pulmões e o mecanismo de controle da temperatura do corpo que ainda não está capaz de funcionar adequadamente. Suas proporções estão mais próximas das do recém-nascido – ou seja, a cabeça parece apenas maior que o restante do corpo - e começa a tomar posição cefálica, virando-se para baixo. Se houver perigo na continuação da gestação, o obstetra, depois de determinar a idade exata do feto, pode sugerir uma cesariana. 
    • 29 semanas - O olho do bebê percebe diferenças entre luz e sombra, mas não distingue cor e forma. Abre os olhos e enxerga a meia-luz do mundo. Seus outros sentidos vão sendo descoberto e testados pouco a pouco: o tato, quando ele bate nas paredes uterinas ou consegue agarrar o cordão umbilical; o gosto, quando deglute o líquido amniótico ou chupa o dedo; a audição quando a mãe conversa com ele ou há música no ambiente. 
    • 30 semanas – Faltam dez semanas para o fim da gestação. O bebê já é capaz de reagir com vigor aos estímulos externos. Ele fica quietinho ao ouvir o som da voz da mãe, impacienta-se se ela fica nervosa, dá chutes se está numa má posição. Uma grávida foi a uma festa, onde o som do rock era muito alto. Enquanto dançava, sentiu um pontapé do bebê em sua barriga, seguida de uma contração tão forte que acabou percebendo a mensagem: o bebê estava incomodado com o barulho.
    • 31 semanas – Seus movimentos estão mais consistentes, rígidos. É como se ele soubesse o que quer.

    • 32 semanas – Com 42 centímetros e 1700g, o bebê, apesar de inteiramente formado, possui reservas insuficientes de gordura, o que se desenvolverá ao longo das próximas semanas. 

    •  33 - 35 semanas – Engordando, ele fica mais bonitinho, perdendo um pouco a aparência de um velho. As rugas se enchem de carne, suas formas se arredondam, processo que se estenderá até o nascimento.

    • 36 semanas – Ao atingir o máximo de um litro de líquido amniótico, esta quantidade começará a diminuir, o que serve de diagnóstico para a verificação da data do nascimento: através da quantidade de líquido o medico sabe se o bebê está passando ou não da data. Ele tem agora 2,5 Kg e mede 47cm. Durante o nono mês o feto só vai ganhar peso até 30 gramas por dia. O bebê desce para a pélvis com a cabeça firmemente encaixada

    • 37 semanas – Inteiramente formado em todos os sentidos, se nascer agora o bebê terá diferenças apenas no nível de saturação de determinados sistemas.

    • 38 semanas – Já não é mais prematuro. Há duas semanas da data provável do parto, já será, na linguagem médica, um bebê a termo. O útero muda de forma, empurrando-o 5 centímetros para baixo em direção à bacia. Nesse período, ele pode aumentar 28 gramas de peso a cada dia. 

    • 39 semanas – O pouco que resta de líquido amniótico é renovado a cada três horas. O intestino do bebê está cheio de mecônio, cuja eliminação constituirá sua primeira função ao nascer. O mecônio que acostuma assustar as mães marinheiras de primeira viagem, não passa da secreção das glândulas alimentares do feto, misturadas ao pigmento da bílis e células da parede do intestino e tem cor esverdeada.

    • 40 semanas – Com 50 centímetros e três quilos, o bebê chora ainda dentro da barriga da mãe, antes de nascer, quando o organismo da mãe começa a empurrá-lo para fora. Teorias recentes falam da angústia do nascimento. O bebê nada sabe do que vai acontecer ou para onde irá. Todo aquele mundo de completa satisfação em que vivia de repente o rejeita e ele se vê lançado ao desconhecido. O que o salva é a voz da mãe.

desenvolvimento, embrionário, gravidez

sexta 25 abril 2008 11:26



1 comentário(s)

  • ingrid mailto Dom 16 Set 2012 17:04
    vo´vo sol está enviando para a mamãe mais linda e amada do universo.


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